
Hoje o Jornal liberal fala sobre ... mim.
Esse pasquim politico mais que partidarizado feito por pseudo-jornalistas que nem tomates têm para assinar as barbaridades que escrevem.
Esse panfleto feito por seres superiores aos seus próprios olhos que jamais erraram chama-me hoje de jornalista 'impreparada' até onde li como se não soubessem que o jornalista trabalha com fontes e deve confiar na informação transmitida pelas mesmas embora muitas vezes também sejamos marionetes nas mãos das fontes que nos manipulam para fazer passar o que pretendem.
Demonstro despreparo, no entender desses deuses da comunicação, porque abordei uma questão polémica e divulguei duas versões da mesma história apurada junto de fontes supostamente fidedignas e que são contraditórias entre si.
Não tenho nenhum aparelho detector de mentiras e lidando com fontes corro riscos diariamente, ainda mais porque toda a história tem duas ou mais versões e eu sou falível. Não sou dona da verdade nem sou a justiceira do povo. E como qualquer outro ser humano erro mas, se erro, faço-o sempre tentando acertar e que atire a primeira pedra quem nunca errou.
Venham mais criticas dessas porque até me dá um certo gozo saber que a informação deste órgão sou eu, moi, je! E que até se baseiam na minha investigação para escrever - impreparados ao quadrado!
Mei t'ston nunca tive trôk, por isso, que ladrem os cães enquanto eu passo. São um óptimo exemplo daquilo que não se deve fazer nunca em jornalismo e repetem-no diariamente para felicidade dos professores de comunicação à procura de maus exemplos para mostrar aos alunos.
Tivesse esta terra uma autoridade para a Comunicação que funcionasse e os pasquins políticos não poderiam se auto-intitular meios de comunicação social.
Respondia pessoalmente a esse sacana se ele se identificasse mas, contento-me em despejar aqui o meu fel libertinno contra esse documento que de liberal só tem os arrotos encobertos pelo anonimato.
Eu identifico-me. Come get me now!
Esse pasquim politico mais que partidarizado feito por pseudo-jornalistas que nem tomates têm para assinar as barbaridades que escrevem.
Esse panfleto feito por seres superiores aos seus próprios olhos que jamais erraram chama-me hoje de jornalista 'impreparada' até onde li como se não soubessem que o jornalista trabalha com fontes e deve confiar na informação transmitida pelas mesmas embora muitas vezes também sejamos marionetes nas mãos das fontes que nos manipulam para fazer passar o que pretendem.
Demonstro despreparo, no entender desses deuses da comunicação, porque abordei uma questão polémica e divulguei duas versões da mesma história apurada junto de fontes supostamente fidedignas e que são contraditórias entre si.
Não tenho nenhum aparelho detector de mentiras e lidando com fontes corro riscos diariamente, ainda mais porque toda a história tem duas ou mais versões e eu sou falível. Não sou dona da verdade nem sou a justiceira do povo. E como qualquer outro ser humano erro mas, se erro, faço-o sempre tentando acertar e que atire a primeira pedra quem nunca errou.
Venham mais criticas dessas porque até me dá um certo gozo saber que a informação deste órgão sou eu, moi, je! E que até se baseiam na minha investigação para escrever - impreparados ao quadrado!
Mei t'ston nunca tive trôk, por isso, que ladrem os cães enquanto eu passo. São um óptimo exemplo daquilo que não se deve fazer nunca em jornalismo e repetem-no diariamente para felicidade dos professores de comunicação à procura de maus exemplos para mostrar aos alunos.
Tivesse esta terra uma autoridade para a Comunicação que funcionasse e os pasquins políticos não poderiam se auto-intitular meios de comunicação social.
Respondia pessoalmente a esse sacana se ele se identificasse mas, contento-me em despejar aqui o meu fel libertinno contra esse documento que de liberal só tem os arrotos encobertos pelo anonimato.
Eu identifico-me. Come get me now!
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